sábado, outubro 06, 2007

*GUARDEI-ME PARA TI*


**Guardei-me Para Ti**
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Guardei-me para ti por inteira
Em sonhos devaneios e desejos
Sem temer desafios nem destino
As raízes já cresciam tempos ledos

O corpo já o tocava em sonhos
Na pele o toque suave do cheiro
No peito a cabeça repousava leve
O mundo era só meu todo inteiro

Não vias a grandeza do olhar
O afeto em cada poro escorregando
O coração abrindo como um leque
Esperando o calor que aquece amando

Perdi-te na estrada mal percorrida
Perdeste mais ainda a mim disseste
Soterrei cada partícula do pensamento
O amor este voou em campo aberto
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Sogueira

*A NUDEZ DA ALMA*


**A Nudez da Alma**
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Abro as janelas para este dia iluminado
A alma sorrir e entrega-se sem desvio
Mostra que o caminho tem direção certa
Quando acende o sol nos dias sombrios

Abriga a palavra do perdão contido
Faz desta palavra seu escudo e poder
Na humildade recolhe a sabedoria
Enterra sem retorno a dor que faz sofrer

Tantos os fantasmas que a mente cria
Empobrece a vida missão Divina
Passagem rápida espaço limitado
Reduz-se ao nada o mesmo destino

Os cacos trituro-os ao pó entrego a terra
“Se a emenda é pior do que o conserto”
Lavo cada seqüela com a força da coragem
O coração sorrir o corpo revive de certo
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Sogueira

*ALIMENTO SAGRADO DO POETA*


*Alimento Sagrado do Poeta*
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Está na fachada na entrada na palavra
Na estampa dos versos no bordado
Das palavras, quem as entende fala
Decifrá-las quem há neste recado

Sacramento do coração sete chaves
Ao olhar um objeto, cenário, paisagem
O pensamento dialoga resposta viva
Outro olhar nova mensagem outra miragem

A palavra viva alimento do poeta
É sacrário inviolável sem critérios
Criticar erros sem saber dos mistérios
Da mensagem criada seu remédio!

É violar todo seu potencial descoberto
“o home pranta e coe o suó da terra”
Qual o mestre da gramática pra discordar
Da palavra humilde excluída nesta selva?
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Sogueira

terça-feira, setembro 18, 2007

*A LÁGRIMA E A EMOÇÃO*

**A Lágrima e a Emoção**
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São meus amigos verdadeiros
A lágrima corre fácil na face
A emoção aperta o peito trigueiro
Aonde for preciso sem disfarce

Foram tantas que os momentos
Já esperam fitos enternecidos
Se de tristeza, saudade ou dor
Ou de alegria elas correm comovidas

Elas brotam fáceis e descontraídas
Basta um afeto, uma palavra um abraço
Um elogio, uma saudade ao acaso

Quando a emoção abre os braços
A lágrima faminta sorrir sorrateira
Ambas se completam por inteiro
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Sogueira

**UNIDOS VENCEREMOS**


**Unidos Venceremos**
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Venceremos sim de mãos dadas
São regras obedecemos mais nada
Se a equipe for bem formada
O sucesso continua em disparada

A família em união já conquistada
O barco navega em longa jornada
Venceremos sim de mãos dadas
São regras obedecemos mais nada

Seguro firme na mão conquistada
Projetos em ação o passo tomado
Direção firme em cada passada
Sem desvio de rota na dura jornada
Venceremos sim de mãos dadas
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Sogueira

*INVENTA-SE AMORES?


** Inventam-se Amores? **
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Não há invenção para o amor
Ele é dom natural criação Divina
Reside em situações variadas
Amor maternal, fraternal infinitos.

Sonhar com o amor e ser amada/o
Alma e corpos unidos em comunhão
Busca de todos sem exceção é fato
Complemento irrevogável amor prisão

Clausura que arrebata força vínculo
Aprisiona a mente corpo padece
Ao mais humilde dos pobres mortais
A fecha do cupido alcança estremece

A poesia simboliza amor dos sonhos
Fantasia imagens de contentamentos
Se verdades não há em tal encanto
Alimenta os sonhos vividos no momento

Por que não amar com todo esplendor
Se a alma carece o coração grita
Ânsia de todo mortal que ainda respira
Único complemento que enobrece a vida
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Sogueira

quinta-feira, setembro 06, 2007

*BRASIL INDEPENDENTE*


*Brasil Independente*
*07 de Setembro*
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Quinhentos e sete anos de liberdade
Na procura de uma direção firme
Descendo ladeira seguindo estrada
Enfrentando fortes desafios

Já foi colônia em tempos idos
Imperou com altivez e brilho
Na república desfile de poderio
Até na soberania popular, empecilho.

Terra de povo humilde sofrido
Mesmo na pobreza eleva o riso
A cada mudança nova esperança
Em cada promessa eleva-se o brio

Louvo-te assim mesmo és lindo
Tuas matas pulmão que respiramos
Sopram em nossos corações alentos
És nosso nobre Brasil, te amamos.
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Sogueira